"O que importa a surdez dos ouvidos quando a mente escuta? A única surdez verdadeira, a surdez incurável, é a surdez da mente". - Victor Hugo

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Unidade entre católicos e luteranos?



Pouco tempo depois de afirmar que todos os Protestantes do mundo deveriam se converter, O Papa Bento XVI, recebeu a Delegação da Igreja Evangélica Luterana Alemã – a mais tradicional, seguindo a risca o que Lutero pregou – e pediu a unidade entre todos os cristãos.

O Papa conseguiu entender na última manhã de 24 de janeiro, aquilo que os luteranos já haviam entendido há mais de 400 anos. Com um discurso orquestraste Bento XVI, afirmou que “todos os nossos empenhos pela unidade só pode dar frutos se encontrar as suas raízes na oração comum.”

Percebemos que Bento deseja a unidade, mas sem abrir mão de continuar sendo o “governador universal” dos cristãos. A verdade é que a Alemanha é o único país onde os luteranos são maiorias. O principal objetivo da Igreja ao eleger um alemão para suceder o carismático João Paulo II, fui justamente isto, ser maioria também na Alemanha, não dando certo, agora o momento é de diálogo.

A Igreja Luterana Alemã continua firme com as mesmas doutrinas, do lado católico, podemos lembrar que muitas coisas foram excluídas com os Concílios, ou seja, aquilo que se achava ser coerente, era na verdade vaidade das autoridades que governavam a Igreja.

Meu desejo é que tudo dê certo, mas para que isso ocorra, o mundo religioso cristão, não precisará de um Papa, que aos longos dos tempos têm se colocado como Deus. Para que haja unidade é preciso fazer aquilo que o Papa João XXIII desejou e não teve tempo, isto é, varrer a poeira deixada pela Igreja de Pedro até os dias de hoje. Mas não há como negar, biblicamente, Lutero, com a ajuda de Deus, fez mais que todos os Papas juntos não fizeram, isto é, a restauração interior da vida humana, que está em Jesus Cristo.


O exemplo de Lutero

Em 1514, o monge agostiniano Martin Lutero (1483-1546) era professor de teologia moral da Universidade e padre da igreja de Wittenberg. Por esta época, ele convivia com a incerteza acerca da sua salvação, que tanto buscava. Preparando suas aulas, deparou-se com a afirmativa de Paulo, em Romanos 1.17, de que o homem é justificado pela fé. Para ele, foi o que ele mesmo chamaou de "a descoberta do evangelho", descoberta que mudou a história do Cristianismo.

Já com esta convicção, ele observou, no seu trabalho pastoral, que o povo, em lugar de comparecer à igreja, ia a cidades vizinhas (como Jüterbog ou Zerbst) para comprar indulgências, pelas quais tinham perdoados os seus pecados sem necessidade de confissão (isto é, de arrependimento). Um dos vendedores de indulgência na região, o comissário papal Johann Tetzel (1465-1519), fazia suas ofertas de modo muito ostensivo, dizendo (segundo consta) que "quando o dinheiro tilinta na caixa, as almas dão um pulo para o céu".

A prática deixou Lutero repugnado e ele passou a pregar contra o comércio de indulgências. Ele escreveu então 95 teses (frases) para servir de debate sobre o tema. Entre elas, podemos destacar três, por sua contemporaneidade:
. "Erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa". (21ª Tese)
. "Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da  pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem carta de indulgência". (36ª  Tese)
. "Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e, a despeito disto, gasta dinheiro com indulgências não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus". (45ª  Tese)..

No dia 31 de outubro de 1517, Lutero enviou cartas a alguns bispos e amigos, com transcrição das teses, sem imaginar a reação que se seguiria. As teses foram impressas pouco depois por diferentes pessoas em diferentes cidades. Tetzel protestou e acusou Lutero de ser um herege, seguidor de Jan Hus, ameaçando-o queimar numa fogueira. Alguns bispos aplaudiram Lutero.

Em seguida, Roma abriu uma inquisição (inquérito) contra ele (1518). Atacado, Lutero se pôs a trabalhar, desenvolvendo uma teologia autônoma, na qual começava a afirmar os postulados fundamentais do que seria a Reforma Protestantes, ausentes nas suas 95 Teses.  Seus primeiros livros ("Mensagem à Nobreza Cristã da Nação Alemã", "O Cativeiro Babilônico [da Igreja Católica]" e "A Liberdade do Cristão"), escritos sob forte emoção, rompiam com Roma, que ameaçou excomungá-lo se não se retratasse. A resposta de Lutero foi queimar em público a bula  ("Exurge Domine") que o ameaçava. O papa o excomungou pouco depois.

Para tentar acalmar os ânimos, uma dieta imperial foi convocada por pressão de principies (governadores) que não o apoiavam). Lutero foi convocado pelo Imperador da Alemanha. Apoiado por outros príncipes, que tinha interesses políticos, Lutero compareceu à reunião, realizada em Worms, onde chegou aplaudido pelo povo. No caminho, pregou em várias cidades.

Por duas vezes, ele compareceu diante do Imperador Carlos V. Seus livros foram colocados sobre a mesa. Ele foi perguntado se os livros eram seus e se se retratava de algo ali contido. Lutero pediu tempo para responder e no dia seguinte ele voltou com a seguinte resposta: "A menos que eu seja convencido pelas Escrituras e pela razão pura e já que não aceito a autoridade do papa e dos concílios, pois eles se contradizem mutuamente, minha consciência é cativa da Palavra de Deus. Eu não posso e não vou me retratar de nada, pois não é seguro nem certo ir contra a consciência. Deus me ajude. Amém".



Fonte: http://www.prazerdapalavra.com.br

sábado, 22 de janeiro de 2011

Emerson Maciel Entrevista Chiko Queiroga e Antônio Rogério



A Rádio Brasil Casual em parceria com o Jornal O Liberal de Laranjeiras esteve cobrindo o XXXVI Encontro Cultural de Laranjeiras. E mais uma vez Emerson Maciel, auxiliado pela professora Luciana Novais, foi recebido, pela dupla sergipana Chiko Queiroga e Antônio Rogério. Em um bate papo descontraído, a dupla mais uma vez focou a cidade de Laranjeiras como um poço de cultura. Leia os principais trechos da entrevista:

Emerson Maciel: Mais um show em Laranjeiras, Chiko Queiroga, sensação de dever cumprido?

Chiko Queiroga: Sim, sempre feliz em contar com esse público aqui de Laranjeiras, que é um público fantástico, não deixa a gente não mão, canta junto com a gente, por isso que a gente tem sempre essa inspiração de compor falando sobre as coisas daqui que é um povo que compreende. É incrível, uma cidade tão humilde como Laranjeiras, mas tão rica culturalmente, tem um público assim de uma forma totalmente natural, tem intenção de querer dividir os estilos de músicas, varia um pouco, como MPB é muito difícil em Aracaju, e o público de Laranjeiras sabe dividir isso, gosta do axé, gosta do arrocha, gosta de todo estilo de música, mas não esquece nunca o estilo MPB que muitos artistas tem abandonado muito aqui em Sergipe, por conta desse movimento que vem de fora, mas Laranjeiras, sempre fiel a esse estilo de música, e é por isso que a gente está aqui, Jorge Versilo  está aqui, porque Laranjeiras merece ter um espetáculo como esse e a gente sempre feliz por participar desse momento mágico.

Emerson Maciel: Antônio Rogério, ano passado, eu perguntei para o Chiko, de onde veio à inspiração para escrever mestiça, ele enrolou e não respondeu, afinal, Antônio Rogério, quem é essa mestiça?

Antônio Rogério: Tina Peppy (risos). Na verdade a mestiça não é a mestiça, são as mestiças, na verdade é a grande realidade da mulher negra sergipana, da mulher negra brasileira, da mulher negra laranjeirense, enfim a mestiça ela é essa beleza que o Brasil tem de africanidade da mulher brasileira e que a África deixou. Mas sinceramente, profundamente vou responder quem é a mestiça, a mestiça é a Tina Peppy mesmo (risos).

Emerson Maciel: Há mais de 12 anos juntos qual método que vocês utilizam para continuar essa amizade tranquila e sadia?

Chiko Queiroga: Cada um ficar na sua casa e se encontrar apenas na hora no show (risos).

Luciana Novais: Quero saber qual foi a experiência mais marcante com Laranjeiras, com esse patrimônio humano? 

Chiko Queiroga: São tantas emoções, como diria Roberto Carlos, não tem como dizer assim, mas acho que o momento mais importante é o momento em que a gente consegue se inspirar para compor sobre Laranjeiras. Eu conhecia Laranjeiras, andava por aqui, achava lindo, mas o que a gente fica mais feliz é receber uma energia daqui, a energia da Mussuca, da própria cidade histórica que nos trazer a inspiração para compor essas músicas que a gente fez sobre Laranjeiras. Acho que esse é o momento mais maravilhoso. Claro que a gente já fez vários shows, mas esse momento que está ligado com Laranjeiras e firmar uma parceria com o público é o momento mais gostoso esse.

Emerson Maciel: Conversando sobre música nordestina com um amigo de São Vicente – SP, o mesmo citou o nome da dupla sergipana Chiko Queiroga e Antônio Rogério com umas das melhores do nordeste, pois assistiu vocês em uma TV local, aí se percebe a importância de nossa musicalidade, como você recebe isso Antônio?

Antônio Rogério: Na verdade ele deve ter visto a gente em um dos programas da TV Cultura. (...) Mas assim, essa questão do reconhecimento do pessoal fora daqui de Sergipe é uma experiência que temos muito especial, Sergipe ainda não acordou, o povo sergipano, falo assim, com exceção daquele público que acompanha a gente a algum tempo, mas o povo sergipano que tem sido levado durante alguns anos, pela mídia, a grande massa, pela televisão, pelas rádio daqui que só tocam músicas baianas, e músicas de outros lugares, acabam não atinando para os valores que nós temos, não só Chiko Queiroga e Antônio Rogério, nós temos tantos outros, como Patrícia, a própria Amorosa, enfim, e o público ainda não acordou para isso, mas o importante é que a gente consegue mostrar isso lá fora, e as pessoas de maneira rápida, percebem o talento que os artistas sergipanos têm, nós temos a experiência do projeto Pixinguinha, que fizemos junto com Nelson Sargento, Arismar Espírito Santos, e outros artistas a nível nacional, nós fizemos, o centro-oeste, sudeste, norte, Goiânia, Rio Branco, Montes Claros, Rio de Janeiro, o interessante é que a nossa diretora, ela foi diretora de Milton Nascimento e tantos outros artistas, ela via a gente cantando, no ensaio, e ela assim, não gostou muito do nosso repertório, da forma de como a gente cantou, mas aí ela acabou concordando, dizendo até que poderíamos cantar outras composições, ela queria que a gente cantasse músicas de outros compositores, pelo fato de a gente não ser conhecido nacionalmente ainda como os outros eram. Nós chegamos a Montes Claros, nós fomos os melhores artistas do primeiro show do projeto Pixinguinha e ela foi ao camarim pedir desculpas a gente, então veja a percepção do público, porque de repente ela não captou ali a energia, mas na hora que ela viu a gente no show, ela foi lá e sentiu que o público se interagiu com a gente, aí foi que percebemos que o nosso trabalho seria possível e que basta o público sergipano acordar para os artistas locais e seus talentos e isso e que é legal, porque lá fora o pessoal já está fazendo isso.

Emerson Maciel: Chiko, projeto para 2011?

Chiko Queiroga: A gente está agora com o DVD e com o CD novo e estamos novamente com viagem marcada para Nova Orleans com pretensão de lá já embarcar para a Suíça, Europa, e tentar de alguma forma fazer alguns programas nacionais, tipo, Jô Soares, Faustão ainda não, mas Jô Soares, o Altas Horas e outros programas em São Paulo, esse é o nosso projeto para 2011. Está na hora de a gente também sair um pouco de Aracaju, de Sergipe e tentar conquistar outro público aqui no Brasil. São Paulo e o Rio de Janeiro ainda não conhecem nosso trabalho, a região sul ainda não conhece a gente, e está na hora de a gente projetar todas essas perspectivas, para que a gente consiga conquistar outro público e que o trabalho de Sergipe seja mais reconhecido de uma forma mais particular, porque é difícil, porque Sergipe não surgiu ninguém ainda que mostre trabalho que seja relacionado aqui, tem algumas bandas de forró, mas é difícil, não fica marcado no cenário musical brasileiro, aqui antigamente tinha um movimento musical muito forte, mas está morrendo por conta de alguns movimentos, mas Sergipe não merece isto, nós somos muito insistentes e vamos carregar essa bandeira para mostrar que Sergipe tem bons compositores e algo de bom para mostrar para o Brasil, e é isto que a gente esperar, a gente não quer sair daqui, quer continuar morando aqui, a gente sabe que é possível fazer sucesso a nível nacional, mesmo morando aqui, sem necessidade de ir para São Paulo ou Rio de Janeiro.

Emerson Maciel: Quero até fazer um relato pessoal. Em dezembro foi empossado membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni – MG, e por aqui ainda nada consegui nada ainda. Mas sem querer abusar muito da voz de vocês, o refrão, da música que Luciana Novais se apaixonou que é a música de D. Nadi.

Chiko e Rogério: (cantarolando) Menina de Laranjeiras, o meu desejo é de ter por inteira, os seus laços, poder contemplar, sua beleza (...). Essa menina faceira, quando passa a Mussuca incendeia, com a beleza de seu sapatear, me excita esse teu gingado, ó Nadi continuo encantado por você. Vamos sambar de pareia, vamos sambar de pareia, vamos sambar de pareia, vamos sambar de pareia, menina sapateia. 


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Emerson Maciel entrevista o poeta Koka


Emerson Maciel e o Poeta Koka
O escritor laranjeirense Joselito de Jesus Franco, mais conhecido pelo apelido de “Koka”, lançou o seu primeiro livro no dia 07 de janeiro de 2011, na UFS – Campus Laranjeiras-SE, durante as festividades do XXXVI Encontro Cultural. O livro intitulado “Flores e Versos”, é composto de por 52 trovas dedicadas a várias espécies de flores e uma poesia dedicada a uma flor mulher chamada Carmozita (tia do Poeta).

O lançamento foi prestigiado pela população e por vários estudiosos da cultura popular de Sergipe e de outros estados que participaram do Simpósio no local. O Programa Papo Casual da Rádio Brasil Casual (www.radiobrasilcasual.com), comandado por Emerson Maciel, esteve presente e realizou a seguinte entrevista com o Poeta:

Emerson Maciel: Koka, de onde veio à inspiração para escrever o livro Flores e Versos?

Koka: Esse livro é que eu gosto mesmo de flores e andei observando por aí, colhendo algum tema, que eu pudesse trabalhar em cima e resolvi trabalhar com flores. Coisa que admiro muito, a fragrância de cada uma e toda sua delicadeza.

EM: Nota-se que é um livro bem escrito e são trovas, mas você conclui o livro com uma poesia intitulada “Carmozita”. De onde veio a inspiração?

Koka: A inspiração Carmozita foi de minha tia, a única irmã viva de meu pai, se foi meu pai e os irmãos e só sobrou ela. Ela gosta muito de jardins é tanto que no fundo do quintal dela tem um jardim enorme, acho que uns 50 metros, 50x15mm, é muito grande, o quintal inteiro florido, cheio de flores que ela gosta, então eu me inspirei, porque ela é uma pessoa muito boa, e fiz uma comparação, comparação não, eu inventei a flor Carmozita, foi por esse motivo.

EM: O pessoal confunde muito ao dizer que você escreve por causa de seu, pai mas nós que somos poetas entendemos que ninguém aprende a escrever poesia, a pessoa já nasce poeta. Como você tem encarado esse rótulo?

Koka: A gente tem que aprender a lhe dar com vários tipos de pessoas, eu, no meu caso, como comecei a escreve em 87, eu ainda era ainda menino, tinha meus 14 ou 15 anos quase, vivia sempre lendo as coisas de meu pai, que ele gostava de escrever na folha pautada e pregar na parede com aquelas tachinhas, na parede de madeira do “barraquinho” dele que ele consertava sapatos. Então eu lendo procurei me aprimorar com meu amigo Eno Teodoro Wanke um paranaense que morava no Rio de Janeiro, que trabalhava na Petrobras, muito bom escritor, infelizmente o Brasil perdeu em 2001 essa pessoa, então inspirado nas obras de meu pai e de Eno que sempre mandava metrificação, exercícios de metrificação eu aprendi muito mais. Então lhe dar com esse tipo de comentário eu sei que é muito difícil, mas é como você diz, a gente já nasce com o  dom, é tanto que eu tenho mais 5 irmãos e nenhum deles encararam, nenhum deles entraram o mundo literário.

EM: Em cada trova você cita uma flor, mas tocando no nome do grande Poeta João Sapateiro, qual trova do poeta que você mais gosta?

Koka: Meu pai tem uma trova muito famosa que é: “Quem não trabalha não come/é conversa muito falha/porque só vemos com fome/o povo que mais trabalha.” E tem outra: “A balança da justiça/ merece ser confiscada/ de quem tem muito dinheiro/ não pesa culpa formada.” Meu pai era um crítico, vivia o momento, é tanto que ele gostava de colar as datas para lembrar em que ano foi aquele acontecimento, muitos universitários hoje, há dois anos, eu fui fazer o livro dele juntamente com Daniele Virginie, uma estudiosa também do folclore, uma pessoa que trabalhou na Prefeitura de Laranjeiras e que me ajudou muito no livro Mensagens, muita gente diz que é errado colocar a data, mas meu pai sempre achou certo que era para guardar o momento, ele guardava os momentos da época de Getúlio, ele já fez trovas relacionadas com Lourival Batista. Ele fazia muitas críticas e gostava de saber em que momento ele usou aquilo.

EM: Para concluir Koka, peço que recite a poesia A flor da Dignidade qual você dedica a sua tia Carmozita:

Koka: A flor da Dignidade

Carmozita, flor bonita,
Encanto do meu jardim.
O amor em ti habita,
Tu és ternura sem fim!

O mundo seria triste,
Repleto de crueldade.
Se não fosse Carmozita,
A flor da dignidade!

Só sabe o que é amor,
Bondade e gentileza.
Quem conhece esta flor,
Presente da natureza.

Sou feliz em conhecer
Esta flor tão magistral.
Que perfuma e dá mais vida
Ao jardim celestial.

EM: Esse é Joselito Franco, O Koka. Programa Papo Casual da Rádio Brasil Casual. Muito obrigado Koka e que Deus te proteja sempre.

Koka: Eu quem agradeço. A nossa cultura precisa muito de pessoas iguais ao Emerson Maciel, um laranjeirese que infelizmente até o momento eu me admiro de não ter o reconhecimento que merece na sua cidade. Foi ter o reconhecimento em Teófilo Otoni, uma cidade de Minhas Gerais, mas Deus está aí por nós, enquanto existir a poesia, a cultura e o amor que a gente tem pela nossa arte, a gente vai estar lutando aí para conseguir chegar ao lugar que merecemos, mesmo nadando contra corrente, esse fantasma que abala a nossa cultura, não vai conseguir nos afogar.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Uma lição de equilíbrio

Amigos,
Sou grato pela amizade de todos vocês. 2010 foi um ano muito próspero para mim, tenho alcançado meus objetivos como artista, espero em 2011 ir mais além. Como gratidão faço questão de reproduzir para meus amigos-leitores uma mensagem que recebi por e-mail neste fim de semana, que infelizmente nao sei quem é o autor, mas vale a pena conferir:

Uma lição de equilíbrio
 
 
Eu acompanhava um amigo à banca de jornal. Meu amigo cumprimentou o
jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e
grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, meu amigo sorriu
atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana.
- Quando nós descíamos pela rua, perguntei:
- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sempre sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir. Nós somos
nossos "próprios donos". Não devemos nos curvar de qualquer vento que
sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e
da raiva dos outros.
 
Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os
ambientes.
 
"Para saber quantos amigos você tem, dê uma festa."
"Para saber a qualidade deles, fique doente."