"O que importa a surdez dos ouvidos quando a mente escuta? A única surdez verdadeira, a surdez incurável, é a surdez da mente". - Victor Hugo

terça-feira, 5 de junho de 2012

Sintrase realiza mais um ato na Sefaz


O movimento, denominado de Onda Amarela, segue até sexta, 8
Ato ocorreu na frente da Sefaz (Foto;Samara Menezes/estudante UFS)
Os trabalhadores em Serviços Públicos de Sergipe (Sintrase) realizaram nesta manhã, 05, mais um ato em frente à Secretaria da Fazenda (Sefaz/Se). O movimento, denominado de Onda Amarela, teve como objetivo dar continuidade às reivindicações. Um café da manhã foi servido aos trabalhadores técnicos administrativos da Secretaria.
De acordo com o Presidente do Sintrase, Waldir Rodrigues, a categoria está disposta a negociar com o Governo e garante que a luta por melhorias irá continuar. “O Governador Marcelo Déda deve saber que estamos abertos à negociação, mas a paciência não é tão grande assim. Este ato é para chamar a atenção da Sefaz e das autoridades. A greve acabou, mas a luta dos servidores por salários dignos continuam”, ressalta.
Ainda segundo Waldir, o servidor da Sefaz, técnico administrativo, que se aposenta recebe apenas 33% do que recebe hoje na ativa. “Esta é uma situação constrangedora. Aqui tem gratificação, mas não leva para a aposentadoria. Por isso estamos aqui hoje porque não estamos satisfeitos com isso”, explica.
 "Queremos negociar" (Foto: Wallison Oliveira/Estudante da UFS)
Greve
Segundo Valdir a categoria está dando um tempo ao Governo para que sinalizem uma negociação. “Estamos aguardando para ver se o governo nos atende, antes de deflagrar uma nova greve. Por enquanto estamos realizando a onda amarela, mas ainda somos servidores públicos lutando por nossos direitos”, conclui Waldir.
Os servidores estarão reunidos amanhã, 6, em frente a Procuradoria Geral do Estado, (PGE), às 07h30. Já na próxima sexta-feira, 8, a categoria realizará uma panfletagem nos sinais de trânsito quando distribuirão a Tabela da Vergonha.
Entenda
Os servidores públicos estaduais deflagraram greve no dia 14 de maio, mas uma semana depois uma decisão judicial considerou a greve ilegal. No dia 23 do mesmo mês, após uma semana com as atividades paralisadas, a categoria decidiu em assembleia obedecer à decisão judicial e encerrar a greve. Mas, alertaram que continuarão em estado de mobilização lutando pelo Plano de Cargos, Carreira e Salários.

Fonte: Infonet

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